The Grid

É nisto que estou viciado deste ontem. Chamam-se To My Boy, não têm ainda disco editado, mas lançaram já dois singles. O segundo é este “The Grid”, uma épico hiper-activo de três minutos, onde explodem guitarras, sintetizares e caixas de ritmos. O vídeo – uma paródia a Kubrick – já a seguir.

para hoje

Integrada no plano de actividades paralelas da exposição Joan Brossa, “Desde Barcelona ao Novo Mundo”, a associação cultural Mandrágora mostra o espectáculo o_rosbife_ponto_come_se, hoje, 16 de Novembro, no Instituto Cervantes de Lisboa, pelas 19h00 (a entrada é gratuita).

Da autoria e encenação de Manuel Almeida e Sousa, a peça tem como actores / figuras Bruno Vilão, Marco Ferro e Ricardo Mestre. Aos comandos da técnica está Miguel Matias e Patrícia Ramos. As sonoridades nascem da obra de Jorge Peixinho.

Também hoje, mas já pela noite, há concerto de Half Asleep no Lounge (perto do Cais do Sodré). A entrada é gratuita e começa às 23h30.

links 16-11-2006

#As licenças Creative Commons têm, a partir do dia 13 de Novembro, enquadramento jurídico em Portugal. Informação com mais detalhe no Remixtures de Miguel Caetano.

# O mau gosto da Microsoft no seu melhor no ecrã de erro do software do Zune. Faruk Ates diz: “this isn’t just a small ‘oops, guess we messed up’ mistake, and in all likeliness, it’s a conscious decision even”.

# Clássicos dos videojogos personificados: Space Invaders “humanos” e uma versão “live action” do Super Mario.

# In Defense of Difficult Clients, óptima leitura no A List Apart.

neste dias

a. RSS
b. Torrents
c. Last.fm
d. Fotografias
e. Blogs (daqui vai nascer qualquer coisa, irá compensar o pouco tempo que agora tenho dedicado a este espaço)

palavras com algum atraso

Há coisa de uma semana, Owen Pallett (aka Final Fantasy) passou por Lisboa. Canções construídas em camadas, com loops de violino e – novidade – piano. Voz irrepreensível. Não houve o sentido de humor e a proximidade com o público do concerto do ano passado na ZDB, mas foi, ainda assim, um grande concerto.

A ilustrar cada música, projecções no limite do lo-fi: animações feitas com acetatos e silhuetas, utilizando um retroprojector.

Pontos positivos para a Nervo: pela divulgação, pela sala (quase?) esgotada e pelos bilhetes bonitos.

shift: o rescaldo

Com (muito) atraso, algumas notas sobre o SHiFT:

  • as dicas incisivas de Laurent Haug sobre start-ups;
  • as sessões de Peter Merholz (“the system is the product”) e LukeW (“design as a problem solver”);
  • Stowe Boyd: “the buddy list is the center of the universe”;
  • coComment e Plazes, dois serviços catitas que fiquei a conhecer;
  • o ambiente nerdy q.b. e o número de Mac users.

Notas mais específicas sobre algumas sessões no Strange Attractor, o blog de Suw Charman: Dannie Jost (patentes e software), Kevin Cheng (comunicar conceitos através de banda-desenhada), Martin Röll, Euan SempleStowe Boyd.

As fotografias da conferência no sítio do costume.